Entrevista - Gaby Fraga




                         Contos de Will & Richard - Parte 1: SKOOB | AMAZON







1- Quando você começou a escrever?

Escrevo desde que era criança, e quando fiquei um pouco mais velha fui pras fanfics. Acho que com uns doze anos de idade. Desde então eu não parei mais.


2- Como surgiu a ideia de escrever um livro?

 Eu sempre quis escrever um livro. Tinha essa vontade desde antes das fanfics. Fui colocar em prática mesmo em plena época de enem e vestibular, quando comecei a escrever Aliança.


3- Por favor, fale sobre os seus livros!

Eu vejo cada um dos meus livros como uns "filhos", sabe? São universos, personagens e histórias que eu criei, mesmo os que eu ainda não escrevi ainda. O mais importante é que eu tento fazer com que tudo que eu escreva tenha algum tipo de ensinamento. Eu gosto de pensar que as coisas que eu escrevo vão deixar pensamentos nas cabeças das pessoas e que elas vão ficar remoendo por algum tempo, ou que elas vão rir ou chorar lendo o que eu escrevi. Acho que é isso. Escrevo para causar alguma reação no meu leitor, e se eu conseguir fazer isso, então já vale à pena.



4- Existe algum autor que lhe inspira?

É complicado falar sobre autores inspiradores porque inspiração, pra mim, é uma coisa muito mutável. Tem vezes que eu preciso de inspiração para cenas ou tópicos específicos e acabo recorrendo a coisas distintas. Olhando de um âmbito mais geral, JK Rowling foi o impulso de escrita da minha vida, pois foi ao ler Harry Potter que eu descobri que queria criar algo daquele jeito também. Depois dela vieram muitos outros, como Pedro Bandeira, Emilly Rodda, J. R. R. Tolkien e Charles Dickens, mas eu acho que mais interessante que os autores que eu li são os autores que eu não li, como Bram Stocker, por exemplo. Eu sou completamente fascinada com Drácula, vampiros e procuro adaptações o tempo todo, mas nunca consegui finalizar a leitura do livro por não conseguir lidar com a escrita em forma de cartas do volume que encontrei. Ou ainda Arthur Conan Doyle, que criou Sherlock Holmes, outro personagem que eu amo em diversar adaptações mas que não consegui ler o livro. Por algum motivo, não me acertei com a escrita do autor. Uma pena.
Ah, claro! Nenhum escritor pode ser mais inspirador do que aquele que é seu melhor amigo e ouve seus resmungos, ideias e bloqueios criativos, então a Thais Lopes certamente está no topo da lista. Além de ser super talentosa temos mentes praticamente gêmeas, então já viu né? 




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